Ok, este tema parece realmente meio básico. A escola já trata do assunto em aulas de Matemática, Ciências, Geografia, História, Sociologia e outras disciplinas. Acontece que mesmo assim nós acreditamos que podemos trazer algumas dicas para você justamente em pontos onde os alunos costumam apresentar maior dificuldade. Assim, o jeito Labirinto de se pensar não vai jogar no ar uma única atividade, mas sim pincelar dicas para diversas aulas em diversos momentos, o que você acha disso?

Comecemos pela construção e leitura de gráficos, que tal? Esta aula já acontece no ensino fundamental em matemática. Entretanto, é preciso assumir que em muitos casos, por maior que seja o esforço do professor, o aluno não consegue saber qual o melhor modelo de gráfico para cada situação e por isso vemos escolhas erradas em muitos trabalhos produzidos pelos alunos. Que tal uma dica pra tentar modificar isso (caso você já não realize esta estratégica com sua turma)?

Escolha uma sequência de dados para serem analisados pela turma e os leve para a sala de aula. Diga quais as informações que os gráficos devem transmitir e então, deixe-os explorar o programa Excel ou algum similar. Com ele, será possível a criança visualizar diferentes formas de gráficos serem apresentados e em seu próprio esforço, perceber qual modelo visualmente transmite melhor a informação que ele quer passar. Só não pode ter pressa.

Alunos do Ensino Médio podem ser uma brincadeira com índices, mas isto será explorado com mais detalhamento no próximo vídeo, então fica a dica para a próxima semana. para esta, ainda fica a ideia de se trabalhar a coleta de dados. Para tanto, podem-se escolher alguns fatores e discutir qual a melhor forma de coletar as informações para que elas possam ser analisadas.

Por exemplo, no início do ano, todos os professores de Educação Física coletam valores de altura e peso dos alunos. Estes dados poderiam ser utilizados para entender estatística? Claro. Imagine descobrir em que faixa etária cada gênero é mais alto. Ou se existe problema de sobrepeso entre os alunos e em que proporção (aqui devemos ter cuidado com o bullying). Ainda, se  existirem dados de diversos anos dos mesmos alunos, que tal acompanhar a variação de peso e crescimento das turmas? É até possível utilizar estes dados em parceria com questionários alimentares e discutir hábitos de cada um. Isso gera uma série de aulas bem rica. Gostaria de executá-la em sua escola? Quer ajuda para isso? Entre em contato conosco.

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